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Separações religiosas


Alguém ai gosta de rap?

Não me considero nenhum "mano" também não uso calças frouxas, mas admiro muito a profundidade da músicas do grupo Ao Cubo, três jovens que fazem rap pra Deus.

As músicas são recheadas de uma visão realista, às vezes críticas ao sistema religioso e expressam o amor de Deus que abrange a todos: "sua misericórdia atinge só quem se rende
Se arrependa do que fez se renda sem timidez, talvez seja a chance, a última vez".

Ontem mesmo estava meditando na história de mulher samaritana, especificamente ao fato de ela professar fé em Deus, ter desejo de adorá-lo e servi-lo mesmo estando ainda em pecado.

A pergunta que ela faz a Cristo ainda é comum nos dias de hoje na boca de milhares de vidas perdidas em meio ao disse-me-disse das instituições religiosas e dos seus líderes. Onde adorar a Deus? No monte ou no templo? A resposta do mestre deixa claro o que o livro de Samuel já dizia. Adorar a Deus não é participar deu ma reunião em um lugar sagrado. Adorar a Deus é ser um lugar sagrado dedicado à Ele. Deus disse a Samuel que não é como o homem que vê o exterior pois ele conhece o coração do homem.

O maior prejuízo que a religiosidade traz para a igreja de Cristo é a separação entre os irmãos. Na tentativa de chegar ao céu primeiro acabam sem perceber apostando corrida destino ao inferno.

Leia o trecho a música do grupo Ao Cubo e reflita:

É tanta coisa que minha alma fica tímida, cansada, fria, opaca, não brilha
Pai te peço desculpas pelo meu rosto carrancudo e por me esquecer que não sou filho único
Meu egoísmo se escondeu, não encontrei, não dividi o amor que o SENHOR Me deu com ninguém
As suas mensagens no coração aprisionei, o discurso de meus dias não foi segundo a lei

Eu estava lá no meio pra falar com os irmãos da fartura de amor que tu me destes nas mãos
E eu agi como um ator sem emoção, dentro da jaula, cara a cara com o leão...


Luis Paulo Silva.