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O amor que não nos isenta da dor

Jesus estava praticamente fugido da Judéia, e agora precisava ir à Bethania, uma pequena aldeia que seria cenário para um dos milagres mais marcantes da trajetória do Mestre.
Jesus veio, mas já era tarde. Lázaro morreu, passou para o outro lado, enfermo, sofrendo.
A quantos já havia Jesus curado? A quantos cegos Jesus já haviam aberto os olhos, e a quantos corações feridos já havia trazido a paz?
Mas agora quem estava morto era o seu amigo, Lázaro, motivo daquelas lágrimas que rolavam nos olhos de Jesus e chamava antençao de todos que diziam "veja o quanto o amava".
Esta era a visão do homem diante dos fatos que se seguiam, mas como o Senhor enxergava esta situação?
Jesus resolveu dar um tempo para os judeus refletirem mais uma vez sobre a sua pessoa, quando foi cumprido o tempo necessário, Jesus chegou, na melhor hora. A quantos já havia Jesus curado? A quantos cegos Jesus já haviam aberto os olhos, e a quantos corações feridos já havia trazido a paz? Mas ressuscitar um morto... ah! isto seria impressionante. Não era Deus o dono da vida? Os judeus não teriam como negar a divindade de Jesus Cristo diante de tão grande milagre.
Jesus escolheu o homem certo. O homem que não duvidaria de seu amor mesmo à beira da morte e que esperaria n'Ele não importava a circunstância. Jesus chegou determinado, iria trazar seu amigo à vida, a final já estava com saudades de seu amado amigo Lázaro. Mas aquela dúvida toda,tanta descrença no seu poder fez Jesus ver mais uma vez quão duro é o coração humano.
De todos os milagres que poderia Jesus fazer ali, obrigar o povo a confiar n'Ele não seria bom. Ele queria ser reconhecido d emaneira voluntária, mas aquela incredulidade toda o chateava e ele chorou.
O povo pensava que Jesus vertia lágrimas por Lázaro, mas as lágrimas eram fruto da atitude do povo, e não da morte.
Assim é quando estamos em dificuldades nesta caminhada. Interpretamos os fato conforme a nossa incredulidade, sujeitamos Deus às circunstâncias e achamos que ele foi pego de surpresa também. Bobagem.
Se todas as coisas cooperam para o nosso bem, vivemos então a vontade de Deus, e não simplesmente a sua permissão.
Deus ama a todos os homens, mas por causa dos pecados permite que estas pessoas se percam no inferno, por isto, é um perigo viver a permissão de Deus. Deus nos permite pecar, cometer qualquer atrocidade, mas esta não é a sua vontade.
Somente a vontade de Deus nos faz bem, mesmo que apareça como uma doença, ou dificuldade funanceira, ou perda de um ente querido.
O amor de Deus não nos isenta da dor, mas só nos faz passar por ela se o objetivo final for a glória do nome d'Ele.

LPS

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